Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Mar Português




 

O mar salgado, quanto do teu sal        

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas meã choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar

Para que fasser nosso, ó mar!

 

Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não e pequena.

Quem quer passar além do Bojador

Tem que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu.

 

Fernando pessoa, “Os poemas da minha vida”

Escrito por ramaho em 17:42:16 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Dia mundial do livro.

Ler é com o amor.

O livro e como uma paixão.

José gomes.

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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

Glossário de Teatro

Cenário – Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a historia se passa. Comédia – Peça de teatro de crítica social. O seu objecto é fazer rir o espectador. Peça – Texto que serve de base á representação. Teatro – Lugar onde se representam peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento. Acção – Assunto, enredo, intriga, historia(s) de uma peça de teatro. Acto – Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro. Actor – Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro. Cena – Subdivisão de um acto. E, cada cena, sai uma personagem ou entra outro. Cenógrafo – Responsável pela criação/execução dos cenários. Didascália – Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a historia e ao tempo em que ela decorre. Guarda-roupa – conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças. Papel – Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar. Contra-regra – Aquele que marca a entrada dos actores em cena. Deixa – Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala. Aparte – Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens. Bastidores – Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada e onde se guardam os adereços e outros materiais. Contracenar – Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo. Palco – Parte do teatro onde os actores representam. Ponto – Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das suas falas. Público – pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro. Autor/Dramaturgo – Autor de peças. Caracterizador(a) – Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face. Director(a) – Responsável máximo por uma companhia de teatro. Encenador (encenação) – Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis levando à cena um texto original ou adaptação de um original. Figurinista – Técnico de teatro que se ocupe dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteado e outros complementos). Fotógrafo (fotografia) – Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo. Luminotécnico – O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena. Produtor (produção) – Cargo em que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística. Sonoplasta (sonoplastia) – Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.
Escrito por ramaho em 14:57:55 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira, 01 de Abril de 2008

Escrita criativa

Ao entardecer os campos enchiam-se de n eblina, o Pico ficava baço e monumental nas águas. Dos lados da estrada da Caldeira sentiu-se uma tropelada, depois pó e um cavaleiro no encalço de uma senhora a galope. - Slowly! Let go him alone… Os cavalos meteram a trote e puseram-se a par. O de Roberto Clark vinha suado, com um pouco de espuma na barriga e sinal de sangue num ilhal. O de Margarida, enxuto, meteu a passo. - Ah, não posso mais… Ela estava cansada não podia mais e a margarida estava farta de andar a paço. As estradas estavam cheias de neve elas mal conseguiam se movimentará por causa da neve, a casa ainda ficava distante da li o filho estava preocupado com a mãe. Elas nunca mais cegava a casa o pai e o filho está preocupado. Ela caio com o ferio a amiga ajudara mas também caio levantou-se rapidamente a margarida pensou e disse: e melhor ir a casa dela buscara uns cobertores e foi a correr o mais rápido possível. O filho disse a milha mãe, ela ta bem não fica preocupado. Vai buscar cobertores para a tua mãe.
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Quinta-feira, 06 de Março de 2008

Semana da leitura

 

Autor: Mário Henrique Leiria.
Nome da obra: Contos do Gin-Tonic

 

 

Isto de ter sempre o mesmo sonho todas as noites torna-se aborrecido.
Era assim: saía de casa, ia até ao carro e dizia à família «vamos lá fazer essa viagem». Primeiro entravam a mulher e as duas crianças, depois os pais, ele instalava-se ao volante e pronto, não havia lugar para os sogros! Era sempre a mesma coisa. Por mais que empurrassem, não conseguiam metê-los lá dentro.
Acordava a suar, empurrando ainda qualquer coisa que não estava lá.
A mulher aconselhou-lhe uns calmantes, para ver se o sonho se ia.
Mas nada. Lá vinha sempre, todas as noites. É verdade que empurrava menos, talvez os calmantes, mas continuava naquele desespero de não conseguir enfiar os sogros no carro alucinante.
Os sogros disseram-lhe que não se interessavam em ir, não faziam questão, já estavam velhos para viagens.
Os pais prontificaram-se a ceder os lugares deles.
Toda a família colaborava, mas o sonho continuava.

Escrito por ramaho em 17:41:27 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

Sexta-Feira ou a Vida Selvagem

A Historia Começa com um barco que se chamava ”Virgínia que naufragou devido a uma tempestade. Robinson foi o único sobrevivem-te. Ele começou a cultivar para poder comer e também retirava dos destroços da Virgínia como: ouro, barris de pólvora, duas espingardas, uma pistola, um óculo, etc. Construiu um barco para ir para o Chile mas não o conseguiu levar para o mar. Num dia chegou um barco com índios, fizeram uma fogueira, um índio foi para cima do lume, morreu carbonizado e os restantes foram-se embora. Mas voltaram passado algum tempo mas desta vê um homem fugiu e os restantes foram-se embora sem o índio que fugiu. O Robinson foi a procura dele conheceu e ficaram amigos depois deu-lhe o nome de Sexta-Feira. Robinson obrigava Sexta-Feira a trabalhos esforçados, ele fazia tudo o que Robinson devia fazer. Um dia Sexta-Feira causou uma enorme explosão na gruta de pólvora. Tentaram recuperar o que ainda restava de pouca coisa que havia. A partir daí deixaram a vida que tinham e passaram a ter uma vida muito mais feliz e calma. Por ter deixado de existir governador e passado a serem iguais em termos de poderes. Essa vida era preenchida por jogos violentos, tudo isso e feito pelas extraordinárias invenções de Sexta-Feira. Um dia chegaram muitos Papagaios mas mesmo muitos e começaram a acasalar. Já não ouviam o que diziam um ao outro porque o barulho que os Papagaios faziam era tanto que não se ouvia mais nada. Pouco tempo depois chegou um navio e passaram lá umas férias destruindo a ilha toda. Depois foram-se embora e Sexta-Feira foi com eles deixando para trás Robinson sozinho. Mas Robinson ao tentar encontrar Sexta-Feira encontrou um rapaz que era escravo do navio e que lhe dera o nome de Domingo porque era o melhor dia da semana.
Escrito por ramaho em 14:54:37 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

Filme

Era uma rapariga que tinha 22 anos. O pai da rapariga morreu de manha, ela só sove a tarde, o funeral foi no dia seguinte. A mãe não foi ao funeral, mas a rapariga ela foi, ao meio do enterro, ela fugiu de lá. Ao ir para casa encontrou une rapas que queria que ela fizesse e une e laço vem feitos. Mas ela fez e une laço mal, ele disse que era e une laço de outra forma, ela file o laço e ficará amigos. Quando ela foi para casa a mãe estava lá, a mãe entregue une envelope que tinha dentro a foto do rapas que ela viu na rua, era o pai quando era novo.
Escrito por ramaho em 14:52:31 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

Os livros

Estuo a ler Autor Ana Maria Magahaen e Obra Mataram! O Rei. Ja esta lido Autor Jorge Amado Obra O Gato Mahado e a Andorinha Sinha
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

O rapaz Chinês

Em Setembro quando as aulas começam havia uma nova família na aldeia. Quando as aulas começaram havia também um novo aluno, esse rapaz era de nacionalidade Chinesa. Algumas pessoas quando o viram acharam muita graça um aluno na escola de nacionalidade Chinesa, era uma novidade na escola. No segundo dia de aulas os seus colegas de escola estavam com muita curiosidade e queriam saber porquê que ele tinha vindo para Portugal com a sua família. Mais tarde ao entra na sala de aula os seus colegas queriam saber se sabia falar Português. Ele disse que sim, que sabia falar, escrever e que entendia bem o Português, porque o seu pai era Português mas a sua mãe era de nacionalidade Chinesa. Os seus colegas fizeram-lhe muitas perguntas ás quais ele respondeu sem ter medo. No fim do dia o rapaz estava muito contente porque novas pessoas e o rejeitaram por ele ser de nacionalidade diferente. Quando chegou a casa contou o que se tinha passado aos pais no seu segundo dia de aulas. Ele também disse que gostava de estar nesta nova escola, neste novo pais e que tinha feito muitas amizades.
Escrito por ramaho em 14:49:48 | Link permanente | Comments (1) |

Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

Texto dramático

O texto dramático é aquele que é escrito pelo dramaturgo e para ser representado. Este texto esta dividido em 2 tipos de texto. Texto principal e Texto secundário Texto secundário: são as Didascálicas ou indicações cénicas. Texto principal: são as falas ou diálogos das personagens e os numes das personagens. Texto dramático
Escrito por ramaho em 10:01:32 | Link permanente | Comments (11) |